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Esporte

26/11/2021 07:36

Ouvidoria da CBF admite que VAR errou ao anular gol do Cuiabá

Apesar do reconhecimento, o resultado do jogo, que terminou 0 a 0, não será alterado

A Ouvidoria de Arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF) admitiu, nesta quinta-feira (25), que o árbitros de vídeo (VAR) e de campo erraram ao anular o gol do atacante Jenison, do Cuiabá, contra o Bahia, no último domingo (21). A partida, disputada na Arena Fonte Nova, pela 34º rodada do Brasileirão, terminou 0 a 0. Se vencesse, o Cuiabá teria dado um grande passo rumo à permanência na Série A. O clube agora está em 12º lugar com 43 pontos ganhos.

Antes desse lance com Jenison, o Dourado ainda teve outro gol - marcado por Rafael Gava - anulado pela arbitragem, que viu impedimento de Felipe Marques na origem da jogada.  A resposta da entidade foi enviada na tarde desta quinta, após a diretoria do Dourado reclamar sobre os dois lances da partida que foram anulados pela arbitragem. 

Apesar do reconhecimento do erro, o resultado do jogo não muda. 

"Realmente, pois em que pese o atacante do reclamante (Cuiabá) haver posto seu braço esquerdo sobre as costas do defensor oponente, não se percebe a ação de empurrar, ou seja, o movimento dinâmico do braço do atacante contra o corpo do adversário (…) Conquanto não se possa isentar os árbitros da responsabilidade, até porque eles devem estar preparados para as dificuldades da função, são perfeitamente compreensíveis do ponto de vista humano" diz parte da resposta da CBF.

O documento da Ouvidoria estende a explicação e confirma que o VAR deveria ter chamado o árbitro Raphael Claus para revisar o lance, item básico da tecnologia implantada desde o ano passado no Brasileirão. "Cabe ao VAR o dever de realizar checagens utilizando todos os recursos disponíveis para ter uma conclusão correta. Assim, porém, as coisas não se passaram (…) Conclusivamente, portanto, houve erro da arbitragem e, principalmente do VAR, pelo motivo exposto", afirmou a CBF em outro trecho da justificativa.

Já sobre o lance que resultou no gol de Rafael Gava, a Ouvidoria declarou que realmente houve impedimento na jogada.

Para o órgão, “o reclamante não tem razão, pois o momento considerado para aferir o toque na bola foi, efetivamente, o do primeiro contato do pé do jogador com a bola, como o Reclamante constatará quando tiver acesso ao áudio e vídeo do lance”.


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Marcos Davi Andrade

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