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Esporte

31/08/2020 15:05

Bolsonaro publica decreto para Apostas esportivas

No último dia 18, um decreto do presidente Jair Bolsonaro (10.467/2020) autorizou empresas privadas a explorarem as loterias de quotas fixas, ou seja, as conhecidas apostas esportivas. Essa autorização já era esperada não somente pelas casas de apostas esportivas, como também pelo seu público e autoridades do mundo do futebol.

Por ser o esporte de maior força no Brasil, o futebol é extremamente lucrativo para as empresas que organizam rede de apostas. Com a autorização e publicação do decreto, os clubes também poderão usufruir desse lucro. Inicialmente havia uma preocupação em relação a honestidade das empresas, mas ao longo dos anos percebe-se que muitas trabalham de maneira correta. O futebol.com, o melhor site do Brasil para apostas esportivas, é um bom exemplo de empresa renomada que trabalha com seriedade e já conquistou a credibilidade no mercado brasileiro.

"O texto do decreto prevê que o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) crie regras e diretrizes para nortear o seguimento. Acredita-se que leve em torno de 10 meses ou mais para que a legislação esteja de fato pronta para ser executada, mas isso é só especulação, pois ainda não há data prevista.

Mais uma fonte de receita para os clubes brasileiros"

A publicação do decreto é sem dúvida nenhuma uma boa notícia para o mercado futebolístico. Num ano de muito prejuízo, autorizar o negócio de apostas esportivas no país representa a possibilidade de atrair novas fontes de receita. E não é só sobre patrocínio que estamos falando, algo que já é viável entre os times nacionais, mas também sobre a participação dos lucros.

De acordo com o texto da Lei nº 13.756, de 12 de dezembro de 2018, os clubes brasileiros de futebol têm direito a 3% do volume arrecadado nesse tipo de aposta. Porém, 2%  seriam das apostas feitas em locais físicos e 1% de maneira online. Está achando 1% pouco? De acordo com especialistas do seguimento, estima-se que esse mercado possa vir a movimentar até R$ 10 bilhões somente no primeiro ano de atividade, após a divulgação das regras. Rendendo assim aos clubes de futebol cerca de R$ 300 milhões.

Esse receita salvaria muitos clubes que estão enfrentando dificuldades financeiras, além de poder oportunizar novas contratações e estruturas para garantir boa qualidade das atividades.


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Marcos Davi Andrade

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